Universidade do Porto vai ter novo Reitor a partir de 27 de junho

António Sousa Pereira tomará posse como Reitor da U.Porto a 27 de junho de 2018.

Faltam poucos dias para que a Universidade do Porto tenha um novo Reitor e uma nova Equipa Reitoral. É já no dia 27 de junho, quarta-feira, que se realiza a tomada de posse de António Sousa Pereira e da sua equipa de Vice-Reitores e Pró-Reitores, numa cerimónia que irá decorrer no Salão Nobre da Reitoria, a partir das 11 horas, e que contará com transmissão vídeo em direto disponível para toda a comunidade académica.

O até agora diretor do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) tornar-se-á assim o 20.º Reitor em 107 anos de história da Universidade do Porto, perante uma plateia repleta de líderes das principais instituições da cidade e da região, de responsáveis de instituições de ensino superior de todo o país e de representantes da comunidade académica.

A cerimónia terá início às 11 horas com o tradicional cortejo de professores doutorados, ao som do hino académico interpretado pelo Coral do ICBAS. A primeira intervenção da sessão estará a cargo de Miguel Cadilhe, Presidente do Conselho de Curadores da U.Porto, seguindo-se-lhe no púlpito o Presidente do Conselho Geral, Artur Santos Silva.

Será precisamente o Presidente do Conselho Geral que terá a incumbência de dar posse ao novo Reitor da Universidade do Porto. Já depois de empossado como Reitor da U.Porto, será a vez de António Sousa Pereira dar posse aos Vice-Reitores e Pró-Reitores que constituirão a sua Equipa Reitoral durante os próximos quatro anos de mandato.

O Reitor ficará responsável pela coordenação geral, representação institucional e estudos estratégicos da U.Porto, assumindo diretamente as pastas do Financiamento Complementar, dos Projetos e Fundraising e da Comunicação e Imagem.

Os Vice-Reitores serão encabeçados por  Maria de Lurdes Correia Fernandes, que assumirá as pastas da “Formação, Organização Académica e Relações Internacionais”, seguindo-se-lhe António Silva Cardoso, responsável pelo pelouro do “Património Edificado e Desenvolvimento Sustentável”.

O grupo de Vice-Reitores ficará completo com Fátima Vieira, titular da pasta da “Cultura” (incluindo U.Porto Edições e Museus), Fernando Silva, responsável pela “Gestão de Informação, Tecnologias Educativas, Qualidade e Melhoria Contínua”, Helder Vasconcelos, que assumirá a pasta das “Relações com Empresas, Inovação [na vertente de valorização do conhecimento] e Empreendedorismo” (incluindo os gabinetes de Apoio aos Antigos Estudantes e Empregabilidade), e Pedro Rodrigues, que encabeçará o pelouro da “Investigação, Inovação [no que à produção de conhecimento diz respeito] e Internacionalização”.

Já as Pró-Reitorias ficarão entregues a Joana Carvalho, que ficará responsável pela área de “Desporto e Qualidade de Vida”,  João Veloso, que assumirá a “Promoção da Língua Portuguesa” e a “Inovação Pedagógica”, José Castro Lopes, que ficará com os serviços de “Apoio Social aos Estudantes”, “Estudantes com Necessidades Educativas Especiais” e “Saúde e Bem-Estar”, e Manuel Eduardo Correia, que terá a seu cargo a coordenação da UPdigital.

Será após a tomada de posse da sua Equipa Reitoral que António Sousa Pereira encerrará a sessão com o seu primeiro discurso enquanto Reitor da Universidade do Porto, que se centrará naturalmente na descrição dos principais objetivos e eixos de ação do seu mandato.

Recorde-se que António Sousa Pereira apresentou-se ao ato eleitoral para Reitor com um plano de ação que, segundo o próprio, “visa reforçar a Universidade do Porto no papel de grande instituição nacional e internacional comprometida com o desenvolvimento regional e nacional através do ensino e investigação de excelência”.

Naquele documento, que antecipava o programa de governo da Universidade do Porto para os próximos quatro anos, o então candidato apresentava já o rumo da sua governação: “se for eleito Reitor da Universidade do Porto, atuarei de forma a garantir a participação ativa de todos, a democraticidade na tomada de decisões e promoverei a autonomia e a subsidiariedade, fomentando a transparência, a coordenação e a obtenção de compromissos nos processos de decisão que se querem descentralizados, tanto quanto possível”.