Prémio Incentivo 2019: Francisca Figueiredo

Frequentadora assídua da Universidade Júnior desde pequena, a Francisca Figueiredo descobriu desde muito cedo que seria na U.Porto que seguiria estudos. Porque “o seu ambiente se tornou familiar”, mas também porque a Faculdade de Arquitectura (FAUP), na qual ingressou no ano letivo 2017/2018, no Mestrado Integrado em Arquitetura, “é considerada uma das escolas mais conceituadas do país.”

Sobre o ano de estreia na U.Porto, Francisca explica que “quer os momentos bons ou os menos bons tiveram a sua importância”, pelo que todos foram, à sua maneira, imprescindíveis.“Aprendi mais nesse ano do que em qualquer outro e senti que ganhei autonomia ao longo do tempo”, motivo pelo afirma que a U.Porto a ajudou “inequivocamente a crescer como estudante, como cidadã e como pessoa.”

Do ano que passou, uma das memórias que lhe ficou na memória foi a primeira, a da semana de integração no curso e na universidade, em que começou a conhecer pessoas que “partilhavam o mesmo gosto pela arquitetura”. Na memória ficará também a média final de 16.65 valores com que concluiu o primeiro ano do curso de Arquitetura, feito que lhe valeu um lugar entre os vencedores do Prémio Incentivo 2019.

Satisfeita pela conquista de um galardão que significa a “retribuição por todo o trabalho, esforço, dedicação e tudo aquilo que investi de mim própria”, a futura arquiteta deixa à U.Porto a sugestão de que, quer pelos benefícios diretos para os alunos, quer pelo reforço do prestígio da universidade, “em algumas faculdades”, se proceda “a uma reabilitação de infra-estruturas e programa edificado.”

– O que te levou a escolher a U.Porto?

Desde que participei na Universidade Júnior, o programa de cursos de verão da U.Porto, tornou-se claro para mim que escolheria esta Universidade para prosseguir os estudos. Primeiro, porque o seu ambiente se tornou familiar para mim desde pequena, e também porque, no ensino da Arquitetura, a FAUP é considerada uma das escolas mais conceituadas do país.

– O que gostaste mais e menos neste primeiro ano na universidade?

Olhando para trás, não houve nada que não gostasse no primeiro ano da Universidade. Na verdade, quer os momentos bons ou os menos bons que foram sucedendo tiveram a sua importância. Foi o ano em que todos os estudantes se adaptaram a uma realidade completamente diferente e, na FAUP, o ano em que descobrimos que podemos superar-nos a nós próprios; aprendi mais nesse ano do que em qualquer outro e senti que ganhei autonomia ao longo do tempo. Gostei de sair com os amigos que fiz, tanto como das cansativas entregas de trabalhos e projetos e das épocas de exames. Contudo, saliento que a U.Porto me ajudou, inequivocamente, a crescer como estudante, como cidadã e como pessoa, e foi talvez isso que mais gostei neste primeiro ano na Universidade.

– Uma experiência para recordar?

Das imensas experiências que tive ao longo do primeiro ano, uma das mais marcantes para mim foi a primeira semana de faculdade. Houve uma série de atividades, visitas guiadas e momentos de convívio que permitiram a integração dos alunos. Foi uma semana inesquecível, em que conheci imensas pessoas diferentes com as quais logo me identifiquei, pois todos partilhavam o mesmo gosto pela arquitetura.

– Uma ideia para melhorar a U.Porto?

Penso que seria benéfico, em algumas faculdades, proceder a uma reabilitação de infraestruturas e programa edificado. A meu ver, tais medidas iriam contribuir para um ainda maior aproveitamento dos alunos e consequente aumento de prestígio da Universidade.

– Um desejo para a Universidade do Porto, no seu aniversário?

Desejo que a U.Porto continue a incentivar e motivar os seus alunos a prosseguir os estudos com níveis de excelência. Desejo também que, nos próximos aniversários, continue a gratificar cada vez mais estudantes que representem com orgulho esta Universidade.

– Qual a importância do Prémio Incentivo para o seu futuro?

Este prémio provou-se, para mim, como uma retribuição por todo o trabalho, esforço, dedicação e tudo aquilo que investi de mim própria, não só no primeiro ano da Universidade, mas ao longo de todo o meu percurso académico. Este prémio é, verdadeiramente, um incentivo para continuar os estudos com o mesmo empenho e excelência nos anos futuros.