Melhor tese ibérica pertence a investigador do INESC TEC

Trabalho de José Luís Silva propõe uma forma inovadora para desenvolver software que permite a criação rápida de protótipos de ambientes de computação ubíqua.

José Luís Silva, investigador do Laboratório de Software Confiável (HASLab) do INESC TEC, é o vencedor da 1ª edição do Prémio da AISTI (Associação Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação) para “Melhor Tese Ibérica de Doutoramento em Sistemas e Tecnologias de Informação”.

Escolhida entre as 27 candidaturas ao prémio, a tese do investigador da U.Porto – intitulada “Rapid Prototyping of Ubiquitous Computing Environments” – foi realizada no âmbito do Programa Doutoral em Informática MAP-i, promovido em parceria pelas Universidades do Minho, Aveiro e Porto.

Durante o doutoramento, José Luís Silva idealizou uma forma inovadora para desenvolver software que permite a criação rápida de protótipos de ambientes de computação ubíqua. O investigador do HASLabfocou em particular ambientes enriquecidos com sensores, ecrãs públicos e dispositivos pessoais, e tinha por objetivo perceber como podem ser utilizados protótipos na avaliação da interação (quer explícita quer implícita) dos utilizadores com os serviços fornecidos nesses ambientes.

O trabalho contou com a supervisão de José Creissac Campos, investigador do HASLab e docente na U.Minho, e de Michael Douglas Harrison da Universidade de Newcastle, local onde José Luís Silva teve oportunidade de passar algum tempo da sua formação.

Recorde-se que o mesmo investigador já havia sido finalista do Prémio Fraunhofer Portugal Challenge em 2012, tendo conquistado o 3º lugar na categoria de doutoramento.