Alunos do secundário vão ao i3S ver o que é «invisível»

No i3S, os alunos vão poder visualizar amostras de células e tecidos em diferentes microscópios de investigação de última geração. (Foto: Egídio Santos/U.Porto)

No próximo dia 22 de maio, data em que se comemora o I Dia Nacional da Microscopia (MicroDia), dezenas de alunos do ensino secundário vão ter oportunidade de fazer uma viagem microscópica ao interior das células nas plataformas científicas de microscopia do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde Universidade do Porto (i3S). A iniciativa é da Plataforma Portuguesa de Bio Imagem (PPBI) e tem como objetivo trazer a escola à microscopia, através de demonstrações guiadas, e levar o conhecimento de volta às salas de aula.

Um pouco por todo o País decorrerão atividades e iniciativas com o intuito de promover a microscopia e disseminar o conhecimento em ciências biológicas e, mais especificamente, no campo da bioimagem. No i3S, os alunos vão poder conhecer tecnologia avançada de imagem e de visualizar amostras de células e tecidos em diferentes microscópios de investigação de última geração.

Paula Sampaio, coordenadora nacional da PPBI, e responsável pela Plataforma Científica de Microscopia Avançada do i3S, explica que «numa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia e da inovação científica é importante que os mais novos tenham consciência da investigação que os rodeia e dos avanços constantes nesta área».

O nosso objetivo, acrescenta a coordenadora pela plataforma científica do i3S, «é mostrar-lhes aquilo que podemos ver com a tecnologia atual e as novas questões que dai advêm».

Neste MicroDia, para além do i3S, participam vários centros de investigação que integram a PPBI, nomeadamente a Universidade do Algarve, o Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), o Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB-UNL), o Instituto Superior Técnico (IST-UL), a Faculdade de Ciências de Lisboa (FC-UL), o Centro de Estudos de Doenças Crónicas (CEDOC – NMS), a Fundação Champalimaud (FC), o Instituto de Medicina Molecular (IMM), o Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC), da Universidade de Coimbra, a Universidade de Aveiro (iBiMED) e a Universidade da Beira Interior (CICS-UBI).