UPdigital nasce para aproximar a comunidade U.Porto

Estudantes ICBASÉ muito mais do que uma reorganização dos serviços informáticos da Universidade do Porto. É um processo que visa “aumentar a proximidade entre os que trabalham nesta área dentro da Universidade, mas também a proximidade destes com as faculdades que servem”. É desta forma que o Reitor da U.Porto, Sebastião Feyo de Azevedo, avalia a criação do UPdigital, um novo serviço que junta as diferentes equipas que desenvolvem atividade nas áreas das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) na U.Porto.

Resultado da reformulação da anterior estrutura da Universidade Digital, este novo centro funcional – sediado na Reitoria – abarca mais de 120 pessoas (no total, a reestruturação afetou 157 pessoas), a quem caberá assegurar os vários serviços prestados a toda a Universidade ao nível do desenvolvimento e  gestão dos sistemas de informação, centros de dados, infraestruturas tecnológicas de redes de dados e voz, servidores e infraestruturas de armazenamento, tecnologias na educação e aplicações informáticas de suporte a várias áreas de atividade. Fisicamente, os serviços do UPdigital ficarão alojados maioritariamente na Faculdade de Engenharia, havendo ainda pessoas a trabalhar localmente na Reitoria e nas restantes unidades orgânicas da Universidade.

O  Reitor da U.Porto destaca “o impacto positivo” que o novo centro terá ao nível da prestação de serviços na área das TICs na Universidade. “Neste momento temos uma equipa coesa, uma organização clara, em que se percebe bem as várias funções que são atribuídas aos vários grupos, e um sentimento de cooperação significativo superior ao que tínhamos. Com a qualidade humana que temos vamos poder servir muito melhor a Universidade do Porto”, salientou Sebastião Feyo de Azevedo, à margem da sessão de apresentação do UPdigital (ver vídeo em baixo), que decorreu no passado dia 1 de abril, na Faculdade de Desporto da U.Porto (FADEUP).

Já Tito Vieira, Diretor da nova estrutura, resume as vantagens do UPdigital em três grandes domínios. “Num primeiro domínio, temos um modelo que prevê um maior interação entre as diversas entidades constitutivas [unidades orgânicas e serviços autónomos] da Universidade, uma vez que todos são chamados a definir a estratégia do serviço e a acompanhar a sua evolução. Num segundo nível, conseguimos uma melhor organização das pessoas, o que permite fazer um trabalho em equipa verdadeiramente em equipa Por último, as próprias pessoas, estando ao lado umas das outras, têm mais oportunidades para desenvolver as suas carreiras e progredir pessoalmente”.

Saliente-se que, em resultado do forte investimento nas Tecnologias de Informação e Comunicação, a Universidade do Porto oferece hoje à sua comunidade académica um ambiente tecnologicamente rico, state-of-the-art, traduzido na disponibilização de várias ferramentas orientadas para o apoio ao trabalho diário de cada um. Entre as TICs ao dispor dos estudantes, investigadores, professores e restantes funcionários da instituição incluem-se o acesso à Internet através de uma rede de comunicações de alto débito baseadas em fibra ótica (netUP), o acesso a plataformas de e-Learning que complementam – e muitas vezes substituem – as atividades de ensino e aprendizagem em sala de aula, o Cartão U.Porto, ou as múltiplas valências do Sistema de Informação para a Gestão Agregada de Recursos e Registos Académicos (SIGARRA). Os recursos TIC da U.Porto garantem ainda o acesso a  publicações e outros recursos informacionais (o Repositório da U.Porto, a Biblioteca Virtual, o Arquivo Digital, etc.), grande parte das quais resultado da produção intelectual da comunidade académica.

Para mais informações sobre as TICs ao dispor da comunidade U.Porto, pode visitar o Portal TIC da Universidade.

  • Uma “visão”…

    A ser criado como o anterior CRSCUP “renomeado” para SPUP, onde a “individualidade” continua a não contar (especialmente para a “evolução na carreira” – aí relevam os que “parecem” e não os que “são”), onde as Faculdades perdem (mais uma vez) autonomia, já que a burocracia aqui serve apenas para demonstrar métricas de gestão e não tem em consideração o utilizador (estudantes e staff), onde centralizam o pessoal numa casa com excesso de pessoal a teimar em desenvolver para uma plataforma obsoleta e à anos ’90, onde existem gastos exorbitantes em licenciamentos sabe-se lá em favorecimento de quem….(por acaso até se sabe…) enfim…um espelho do Portugal no seu melhor… Não sei é como se dignam a estes “show offs” tristes… propaganda ? looool Para quem ambiciona competir com as melhores da europa/mundo, tem muito que aprender (não só na componente pedagógica mas também na componente humana que ajuda a suportar a “casa”)…