Prémio Incentivo 2019: Mariana Barbosa

Natural do Porto, Mariana terminou o primeiro ano da licenciatura em Economia da FEP com a média de 18,4 valores. (Foto: U.Porto)

Por ser portuense e por querer para o seu percurso universitário a formação que uma universidade de “elevado prestígio” oferece, Mariana Barbosa não hesitou na hora de escolher a Universidade do Porto como sua “casa” para três anos de estudo. A opção pela licenciatura em Economia da Faculdade de Economia (FEP) acabou por ser recompensada de mais do que uma forma, confessa a estudante. Por um lado, pelo “elemento humano”, uma vez que a futura economista teve “a oportunidade de estabelecer diversas amizades e contactar com excelentes professores”. Mas também pelo fator estritamente académico, visto que Mariana terminou o seu primeiro ano de estudos com a média de 18,4 valores, figurando, por isso, entre os vencedores do Prémio Incentivo 2019. Na verdade, o ano cheio de 2017/18 foi “foi tão intensamente vivido” que Mariana considera “impossível relatar apenas uma experiência”.

Como aspeto menos bom do seu ano de estreia aponta “a transição para as instalações provisórias” da FEP e refere também a necessidade de melhoria das instalações da faculdade, “para acolherem dignamente a atividade daquela que é, indubitavelmente, a melhor instituição de ensino superior a nível nacional nas áreas de economia e gestão.”

Após ter recebido o Prémio Incentivo 2019 das mãos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no Dia da Universidade, a dia 22 de março, Mariana Barbosa deseja que a U.Porto continue ao serviço do “desenvolvimento pessoal e académico dos seus alunos” e, naquilo que lhe cabe, afirma que a distinção a fará “ambicionar os melhores resultados na minha aprendizagem da ciência económica.”

– O que te levou a escolher a U.Porto?

A decisão de estudar na Universidade do Porto foi motivada por vários fatores, de entre os quais se salientam a proximidade geográfica à minha residência e, ainda, o elevado prestígio desta instituição de ensino.

– O que gostaste mais e menos neste primeiro ano na Universidade?

A convivência com o elemento humano da faculdade constitui, inquestionavelmente, o paroxismo deste primeiro ano na Universidade. Ao longo deste período, tive a oportunidade de estabelecer diversas amizades e contactar com excelentes professores. Como ponto menos positivo, aponto a transição para as instalações provisórias da Faculdade de Economia: os monoblocos são, por vezes, impeditivos de uma fluência harmoniosa das aulas (principalmente com condições meteorológicas adversas).

– Uma experiência para recordar?

O meu primeiro ano na Universidade foi tão intensamente vivido que me é impossível relatar apenas uma experiência.

– Uma ideia para melhorar a U.Porto?

Para responder a esta questão, centrar-me-ei na Faculdade de Economia, por ser a parte da U.Porto que melhor conheço. Considero que as suas instalações deviam ser melhoradas, para acolherem dignamente a atividade daquela que é, indubitavelmente, a melhor instituição de ensino superior a nível nacional nas áreas de economia e gestão.

– Um desejo para a Universidade do Porto, no seu aniversário?

Desejo à Universidade do Porto, neste 108.º aniversário, outros tantos anos a contribuir para o desenvolvimento pessoal e académico dos seus alunos.

– Qual a importância do Prémio Incentivo para o teu futuro?

O Prémio Incentivo constitui, como a designação pretende transmitir, uma verdadeira fonte de motivação a nível académico: faz-me ambicionar os melhores resultados na minha aprendizagem da ciência económica. Além disso, este reconhecimento consubstancia o mérito dos esforços e sacrifícios necessários à bem-sucedida conclusão do ano letivo transacto.