Isabel Alçada vem ao Porto trocar a educação financeira “em miúdos”

Ex-ministra da Educação ajudará a debater estratégias para a divulgação de boas práticas de literacia financeira entre os mais novos. (foto: DR)

No próximo dia 16 de abril, o Ciclo de Conferências sobre Literacia Financeira que, ao longo dos últimos meses, levou a comunidade académica da Universidade do Porto a discutir vários assuntos dentro daquela temática,  despede-se com a realização de uma sessão sobre “A educação financeira trocada em miúdos“.

Especialmente direcionada para alunos e professores do ensino básico, esta conferência junta a escritora e ex-Ministra da Educação Isabel Alçada e Maria Emília Bredero de Santos, membro do Conselho Nacional da Educação, na busca de estratégias e soluções para a divulgação de boas práticas de literacia financeira entre os mais novos.

A ter lugar na Fundação Dr.Cupertino de Miranda, pelas 14h30, a conferência “A Educação Financeira trocada em miúdos” marca o encerramento de um ciclo de quatro sessões em que se discutiram temas como “O papel dos media na promoção/difusão da educação financeira” ou ““O papel das empresas na promoção da literacia financeira”. 

Sobre o Ciclo de Conferências de Literacia Financeira

O Ciclo de Conferências de Literacia Financeira é uma das atividades dinamizadas no âmbito do programa “€ducar na U.Porto”. Promovido pela Universidade e pela FEP, em parceria com o Museu do Papel Moeda da Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, com o FEP Finance Club e com o EXUP – Experience Upgrade Program FEP, o programa “€ducar na U.Porto”  enquadra-se na estratégia avançada pelo Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF).

Apresentado no passado dia 31 de outubro de 2012, este programa prevê a realização de várias acções abertas a toda a comunidade académica com o intuito de sensibilizar jovens e estudantes, em particular, e a população em geral para a temática da literacia financeira. Pretende-se ao mesmo tempo diminuir as assimetrias de informação existentes entre instituições financeiras e consumidores finais, por via do aumento do número de alternativas informadas destes últimos nos processos de tomada de decisão do quotidiano.

A entrada é livre, sendo, no entanto, necessária inscrição prévia.