São músicas para ouvir no caminho para o trabalho e para as aulas, mas também há playlists para estudar, fazer exercício e até uma para assinalar o regresso às aulas. Estes são apenas alguns dos conteúdos que podem ser encontrados no novo canal oficial da Universidade do Porto no Spotify, o serviço de streaming de música mais popular e usado do mundo.

Dirigido ao público em geral, e à comunidade académica em particular, o novo canal da U.Porto no Spotify promete apostar em conteúdos atuais e que vão de encontro aos interesses dos seus públicos. É o caso da playlist Studytime@U.Porto, pensada para ajudar os estudantes na época de exames que está a decorrer. Para além das músicas, os utilizadores podem ainda aceder aos últimos podcasts produzidos pela Universidade.

De modo a estar “sintonizada” com os seus seguidores no Spotify, a U.Porto está igualmente aberta a sugestões para novas playlists e/ou músicas a adicionar às playlists existentes. Estas podem ser enviadas através do e-mail noticias@up.pt e/ou, por mensagem privada, via Facebook ou Instagram.

Liderança online reforçada

Com a entrada no Spotify, a U.Porto reforça assim a sua presença online, traduzida, há mais de uma década, numa presença bem-sucedida nas principais redes sociais. Pioneira na utilização destas plataformas entre as universidades portuguesas, a Universidade soma hoje mais de 380 mil seguidores – 50 mil dos quais foram “conquistados” desde maio de 2019 – nas suas páginas oficiais no Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter e Youtube

Entre aqueles que, um pouco por todo o mundo, contactam diariamente com a Universidade através das redes sociais, destacam-se desde logo os mais de 155 mil seguidores que a U.Porto acumula no Facebook., onde se “estreou” em 2009. Exponencial tem sido também a afirmação no Instagram, a rede social que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos e na qual a Universidade foi igualmente a primeira instituição de ensino portuguesa a criar conta oficial, em novembro de 2014. De então para cá, a página já superou a barreira dos 38 mil seguidores, tendo um terço dos quais sido “conquistado” apenas no último ano.

Para o retrato da “U.Porto 2.0” contribuem ainda os 83.600 seguidores que acompanham a Universidade em modo “280 caracteres” no Twitter. Ou então os quase 106 mil seguidores que estão ligados à U.Porto na LinkedIn, a rede social profissional por excelência e uma das que mais cresceram no último ano. Nota ainda para os mais de 6 mil subscritores que acompanham os vídeos disponibilizados pela U.Porto no Youtube.

Entre os seguidores da U.Porto nas redes sociais predominam as mulheres e os jovens. (Foto Egídio Santos/U.Porto)

Mais mulheres e muito Brasil

Numa “radiografia” mais pormenorizada ao público que acompanha e interage com a U.Porto nas redes sociais percebe-se que a grande maioria dos seguidores são mulheres (60% no Facebook e 62% no Instagram) e provenientes de uma faixa etária mais jovem (75% têm entre 18 e 34 anos). Relevante é também a sua dispersão geográfica, com especial destaque para o Brasil, que concentra praticamente um quinto dos fãs do Facebook e um quarto dos seguidores no Instagram.

Na comparação com as outras universidades portugueses, a U.Porto lidera o “top” das instituições com maior presença no Facebook, seguida à distância pela Universidade de Coimbra, cuja página contabiliza atualmente cerca de 143 mil seguidores. O mesmo acontece no Instagram, onde a U.Porto lidera confortavelmente, superando as universidades de Coimbra (31 mil seguidores), Aveiro (21.800), Lisboa e Minho (ambas com cerca  de 19.500 seguidores).

A U.Porto lidera ainda no Twitter, onde regista um número de seguidores oito vezes superior à instituição de ensino que se segue (Universidade de Aveiro), e no LinkedIn, posicionando-se à frente das universidades do Minho (78 mil), Coimbra e Lisboa (ambas na ordem dos 76.500 seguidores)

Da responsabilidade do Serviço de Comunicação e Imagem da Reitoria, a presença da U.Porto nas redes sociais constitui, por tudo isto, um importante vetor na estratégia de comunicação e posicionamento online que a instituição vem afirmando na última década. Para esta contribuem também as páginas oficiais das faculdades e outros organismos que operam na órbita da Universidade.