Prémio Incentivo 2019: Ana Raquel Bastos

Do primeiro ano como estudante da FMUP, Ana Raquel destaca a “oportunidade de descobrir novas áreas do conhecimento e de crescer enquanto futura profissional e enquanto pessoa”.

Seja pelo “sentimento de dever cumprido”, ou pela “certeza de que todo o esforço tinha valido a pena”, o final do primeiro ano letivo (2017/2018) de Ana Raquel Bastos como estudante da Universidade do Porto foi “uma das experiências mais marcantes” do ainda curto percurso desta futura médica aveirense. E, de facto, Ana tem todas as razões para se sentir orgulhosa do trabalho desenvolvido no ano de estreia no Mestrado Integrado em Medicina na Faculdade de Medicina (FMUP), que concluiu com a média de 17,8 valores, razão pela qual surge no lote de vencedores dos Prémios Incentivo 2019.

Mas não se pense que foi um ano fácil. A estudante admite que sentiu dificuldades perante a “quantidade de informação” com que se deparoue a rapidez com que ela lhe chegou. Mas houve sempre algo que a motivou todos os dias: “A oportunidade de descobrir novas áreas do conhecimento e de crescer enquanto futura profissional e enquanto pessoa”, para além do apoio que contou de “família, amigos e professores.” Da  vinda para o Porto, em nada se arrepende. Até porque a escolha foi muito ponderada: visitou previamente as instalações da FMUP, recolheu testemunhos junto de amigos, pesou a importância de viver num “centro de atividade” como o Porto. Ficou convencida.

À instituição deixa duas sugestões: maior contacto entre as várias faculdades e épocas de exames mais alargadas. E deixa também um desejo para o futuro: que continue a “cultivar o talento de quem nela estuda e trabalha.”

 – O que te levou a escolher a U.Porto?

Perante a escolha do curso de Mestrado Integrado em Medicina, o plano de estudos da FMUP foi o que mais me agradou. A visita prévia às instalações da faculdade reforçou ainda mais a minha escolha. No entanto, foram a qualidade de ensino e algumas opiniões muito positivas recolhidas junto de amigos, assim como o facto de a cidade do Porto ser um importante centro de atividade, que mais contribuíram para a minha opção.

– O que gostaste mais e menos neste primeiro ano na Universidade?

O primeiro ano na Universidade representou um grande desafio, mas a oportunidade de descobrir novas áreas do conhecimento e de crescer enquanto futura profissional e enquanto pessoa motivaram-me a dar o meu melhor todos os dias.

Senti bastante a diferença relativamente à quantidade de informação com que nos deparamos e à rapidez com que o conhecimento tem de ser adquirido. No entanto, o sentimento de superação pessoal que se experimenta posteriormente é recompensador e motiva-nos a trabalhar cada vez mais.

 – Uma experiência para recordar?

O final do ano letivo passado foi talvez uma das experiências mais marcantes para mim, perante o sentimento de dever cumprido e a certeza de que todo o meu esforço tinha valido a pena.

– Uma ideia para melhorar a U.Porto?

Estando eu na Faculdade de Medicina, o contacto com outros cursos não é muito, e penso que uma maior comunicação entre as faculdades nos permitiria olhar para o conhecimento de outra forma e ganhar novas perspetivas e oportunidades. Por outro lado, penso que o facto da época de exames ser extremamente curta prejudica a nossa aprendizagem, pelo que, pelo menos no caso da minha faculdade, considero que este seria um aspeto importante a melhorar.

– Um desejo para a Universidade do Porto, no seu aniversário?

No 108º aniversário da Universidade do Porto, desejo acima de tudo que esta continue a formar bons profissionais, empenhando-se em tornar-se cada vez melhor e em cultivar o talento de quem nela estuda e trabalha. Espero que esta continue a promover a inovação e a excelência, de forma a manter-se como Universidade de referência.

– Qual a importância do Prémio Incentivo para o teu futuro?

Para mim, este prémio representa o reconhecimento do meu esforço e incentiva-me a continuar a dar o meu melhor neste percurso. Ao longo do último ano, foram muitos os que me ajudaram a tornar possível esta conquista, desde família, amigos e professores, pelo que este prémio reflete também o seu apoio.