Universidade do Porto ao encontro dos estudantes do Médio Oriente

Pelo stand da U.Porto passaram estudantes de países como a Índia, Israel, Paquistão, Síria, Palestina ou Irão. (Foto: DR)

Tendo viajado a convite do Ministério da Educação da Arábia Saudita, a Universidade do Porto foi a única universidade portuguesa presente na International Exhibition & Conference on Higher Education (IECHE), uma feira internacional de ensino que decorreu em Riade, entre os dias 12 e 15 de abril.

Da Argentina à Austrália, passando pela China, Japão, Egito e Canadá, a sétima edição daquela que é uma das maiores feiras do ensino superior do mundo contou com a participação de cerca de 30 países, através de 387 instituições ligadas ao  ensino superior, maioritariamente universidades.

A U.Porto foi a única universidade portuguesa convidada para estar presente. De acordo com Salim Al Malik, Diretor Geral dos Assuntos Internacionais do Ministério da Educação da Arábia Saudita, tratou-se de uma decisão tomada com base no posicionamento de destaque da Universidade nos rankings internacionais.

O stand da U.Porto registou de resto uma grande procura entre os cerca de 80 mil visitantes que visitaram o evento. Por ali passaram potenciais estudantes provenientes de países como Índia, Israel, Paquistão, Iémen, Egito, Síria, Palestina, Rússia, Quénia, Irão, Jordânia, Sri Lanka e, claro, Arábia Saudita.

Entre os países europeus que marcaram presença na IECHE estiveram também a Áustria, Bélgica, França, Alemanha e o Reino Unido, um dos países mais fortemente representados, com perto de 70 universidades, um número apenas ultrapassado pelos Estados Unidos da América com 92 instituições do ensino superior.

O lema da edição deste ano da feira apontou uma visão para 2030 – “o conhecimento é o petróleo do futuro”, conferindo às universidades o estatuto de fonte de desenvolvimento para a concretização de uma sociedade de conhecimento inovadora .

A sétima edição da International Exhibition & Conference on Higher Education contou com cerca de 80 mil visitantes.

  • noésia meneses

    ” muito bacana tudo isso, conhecimento abre horizontes. o que seria dás pessoas cultura sem conhecimentos o mundo é totalmente globalizado.