U.Porto presente na conferência “Desafios Oil & Gas no Brasil”

FEUP marcou também presença com um stand de apresentação das mais recentes inovações do LST.

A Universidade do Porto esteve presente, juntamente com as principais instituições universitárias portuguesas e brasileiras, na conferência “Os desafios do sistema científico e tecnológico português no sector do Oil & Gas”, que decorreu no dia 6 de junho, na cidade brasileira do Rio de Janeiro.

O evento, promovido pela Galp Energia, inseriu-se nas comemorações do Ano de Portugal no Brasil e teve como objetivo apresentar o que há de melhor e mais avançado em pesquisa, inovação tecnológica e conhecimento científico no sector de petróleo e gás em Portugal. A escolha do Rio de Janeiro para a realização da conferência está ligada ao fato da cidade estar localizada no chamado cluster do pré-sal, palco das maiores descobertas de petróleo e gás dos últimos anos.

A apresentação das competências da Universidade do Porto no sector de petróleo e gás foi conduzida pelo diretor da FEUP, Prof. Sebastião Feyo de Azevedo. A FEUP esteve também presente num espaço de stand, no qual se destacou a exposição dos veículos autónomos desenvolvidos pelo Laboratório de Sistemas e Tecnologias Subaquáticas, representado pelo investigador João Borges de Sousa. Estiveram também presentes os professores Luís Andrade Ferreira (FEUP) e Deolinda Flores (FCUP) e o Eng. Carlos Oliveira, dos serviços de comunicação e cooperação da FEUP.

O evento ocorreu no contexto da criação do ISPG – Instituto do Petróleo e Gás, uma associação sem fins lucrativos e de natureza privada cujo objetivo é potenciar a competitividade das indústrias de energia através da formação avançada de quadros técnicos e da criação de uma rede de cooperação entre empresas, instituições de ensino superior e outras entidades públicas e privadas de I&D e de inovação industrial.

Sediado em Portugal e contando com sete das mais prestigiadas instituições universitárias portuguesas entre os seus sócios fundadores, o ISPG assumirá no entanto um perfil internacional, não só nos projetos desenvolvidos, como na associação a futuros parceiros. O seu foco será naturalmente mais orientado para os países de língua oficial portuguesa, podendo assim o ISPG instalar unidades de investigação e formação em qualquer país de língua portuguesa, em especial o Brasil, Angola e Moçambique pela relevância da atividade de exploração e produção desenvolvida nestes países pela Galp Energia.