Teatro Universitário do Porto procura novos atores

TUP

O curso vai culminar com a apresentação de um espetáculo a estrear em junho de 2016. (Fotos: TUP)

Encontram-se abertas, até 30 de novembro, as inscrições para mais uma edição do Curso de Iniciação à Interpretação do Teatro Universitário do Porto (TUP). Trata-se de um curso intensivo e gratuito que acontece a cada dois anos e que procura dar formação teatral a pessoas com ou sem experiência, estudantes universitários ou não.

Os interessados devem enviar um email – com o assunto “INSCRIÇÃO” – com nome, idade, profissão e contacto telefónico para tupporto@gmail.com.

Após a inscrição, os candidatos serão entrevistados em dezembro, altura em que terão a oportunidade de conhecer melhor o TUP e de saber tudo sobre as audições, que vão decorrer em janeiro do próximo ano.

O curso começa em fevereiro de 2016 e vai decorrer de segunda a sexta-feira, das 21h à meia-noite. A primeira fase divide-se em aulas de Movimento, Voz e Interpretação. Segue-se uma fase de ensaios, orientados por um encenador, que culminará na apresentação de um espetáculo a estrear em junho de 2016

Mais informações através do e-mail tupporto@gmail.com.

Sobre o TUP

O Teatro Universitário do Porto nasceu em 1948, com um grupo de estudantes da Universidade do Porto, e teve em Hernâni Monteiro, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, o seu primeiro dirigente. A partir de 1953, sob direcção de Correia Alves, o TUP dá os primeiros passos na tríade que desde então lhe serve como matriz: formação, renovação e experimentação. Matriz presente até aos dias de hoje: “Queremos gente interessante de ver, que encha a casa do que tem para dar, que goste de dar mesmo quando faz ferida – que fique. E que, como disse José Rodrigues, escultor e antigo cenógrafo deste Teatro, siga connosco neste mote: «Alertar, não deixar ninguém esquecer. Lembrar, lembrar constantemente. E não perder a memória. Compete ao TUP ser uma espécie de despertador. Não agredir, despertar. Mostrar às pessoas que ser curioso é fundamental».