Teatro Universitário do Porto estreia ATEQUANDO

ATEQUANDO, TUP

Peça encenada por Raquel S. vai estar em cena de 11 a 20 de fevereiro. (Fotos: Francisca Veiga)

Quantos lugares iguais a este até ao lugar de chegar? Caminhar, continuar, continuar a continuar. Comboios. Colinas pequenas. Quantos sítios até quando?. É de perguntas, mas também de descobertas que se faz ATEQUANDO, a nova peça que o  Teatro Universitário do Porto (TUP) leva à cena de 11 a 20 de fevereiro, no auditório da Praça Coronel Pacheco, nº 1.

Com texto e encenação de Raquel S. e música original de José Alberto Gomes, ATEQUANDO reúne em palco os atores Gonçalo Albuquerque, Maria João Calisto, Orlando Gilberto-Castro, Raquel Chaves, Sara Oliveira e Tiago Jorge. Juntos, dão corpo a um espetáculo” sobre uma busca, um caminho que continua, continua sempre, e onde se projetam vontades, desejos e frustrações”, antecipa Orlando Gilberto-Castro, presidente da Direção do TUP.

ATEQUANDO vai estar em cena até 20 de fevereiro, de terça-feira a domingo, sempre às 22h00. Este espetáculo conta com o apoio da Universidade do Porto, Fundação Calouste Gulbenkian e Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Mais informações e reservas através do e-mail reservas@teatrouniversitariodoporto.org.

Sobre o TUP

O TUP – Teatro Universitário do Porto foi fundado a 13 de dezembro de 1948, por um grupo de estudantes da Faculdade de Medicina da U.Porto, sob orientação de Hernâni Monteiro, professor da FMUP.  Apesar de ser o grupo de teatro mais antigo do Porto,  o TUP tem desenvolvido a sua atividade sem interrupções, afirmando-se como um “espaço privilegiado de criação e experimentação teatral” e berço de vários espectáculos originais escritos e encenados pelos membros da companhia e por encenadores como António Júlio, Victor Hugo Pontes, Cláudio da Silva ou Gonçalo Amorim. Alguns destes espectáculos foram premiados em festivais nacionais e internacionais de teatro universitário, como o FATAL, em Lisboa, e o MITEU, em Ourense.

O TUP mantém mantém ainda uma atividade relevante ao nível da formação, nomeadamente através do seu Curso de Iniciação à Interpretação, realizado de dois em dois anos.