Startup do UPTEC procura nativos em português para testar modelos de inteligência artificial

Daniela Braga, antiga estudante da U.Porto, fundou a DefinedCrowd em 2015. Foto: DR

A DefinedCrowd, empresa incubada na UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, está à procura de mais de 200 nativos em português para realizarem tarefas online remuneradas na sua plataforma de crowdsourcing, Neevo by DefinedCrowd.

A tecnológica portuguesa trabalha com empresas que desenvolvem e melhoram sistemas de Inteligência Artificial, e já conta com clientes como Mastercard, BWM, EDP e José de Mello Saúde. As tarefas realizadas na plataforma Neevo by DefinedCrowd contribuem para a precisão destes sistemas, que são utilizados por milhões de pessoas e podem ser aplicado em carros autónomos, videojogos, sistemas de deteção de fraudes ou a antecipar diagnósticos e terapias médicas preditivas.

A DefinedCrowd está à procura de nativos em português que queiram completar, áudio, imagem e vídeo, como por exemplo gravar frases numa app, categorizar pequenos trechos de áudio, identificar o sentimento expresso numa frase, marcar objetos em imagens, entre outras.

No projeto a decorrer neste momento, os participantes têm de ler e gravar frases em português numa aplicação através de um dispositivo iOS (iPhone ou iPad). Em contrapartida, a DefinedCrowd paga $4.95 USD após o participante completar 15 gravações. Caso o trabalho cumpra todas as instruções, é possível recolher mais gravações, entre 150 a 200 gravações, e receber mais $15 USD (via Paypal). A tarefa é concluída, em média, entre 30 a 45 minutos.  Para fazer parte da comunidade Neevo by DefinedCrowd é necessário fazer o registo na plataforma online.

Fundada por Daniela Braga, antiga estudante da Universidade do Porto, a DefinedCrowd  já recebeu cerca de 10 milhões de euros em investimento e tem escritórios no Porto, Lisboa e Seatle (EUA).