IJUP: O melhor da investigação jovem da U.Porto à mostra na Reitoria

Mais de mil estudantes vão apresentar cerca de 500 artigos científicos gerados nas salas de aula e laboratórios da U.Porto.

Colocar os estudantes de licenciatura e de mestrado integrado da Universidade do Porto na pele de verdadeiros investigadores e dar-lhes a possibilidade de apresentarem os seus mais recentes projetos e artigos de investigação. Este é o objetivo principal do IJUP – Investigação Jovem da Universidade do Porto, cuja edição 2014 arranca na próxima quarta-feira, dia 12 de fevereiro, na Reitoria da Universidade do Porto.

Ao longo de três dias, de quarta a sexta-feira, a “casa mãe” da Universidade vai ser transformada então num “centro de congressos” internacional com mais de mil estudantes a apresentarem cerca de 500 artigos científicos gerados nas salas de aula e nos laboratórios da U.Porto. Tudo isto com o propósito de promover a investigação científica entre os estudantes mais novos, a criatividade e a forma como apresentam publicamente os seus trabalhos científicos, desde o início da licenciatura.

Durante o IJUP, os mais jovens estudantes/investigadores da U.Porto têm assim uma oportunidade única de mostrar o trabalho científico que têm desenvolvido em áreas tão distintas como a Biomedicina, as Artes, o Ambiente, a Psicologia e Educação, a Engenharia ou o Desporto. Uma análise estatística sobre a obesidade em crianças de 10 anos, um estudo sobre o que sentem os jovens portugueses acerca do país ou uma caracterização demográfica das mortes ocorridas nos Hospitais Públicos Portugueses entre 2000 e 2010 são algumas das investigações que podem ser encontradas neste IJUP´14.

A sessão de abertura está marcada para as 10h30 de quarta-feira e será assinalada com uma conferência de Mário Rui Silva sobre os desafios e oportunidades para a Ciência e Tecnologia no quadro das estratégias de especialização inteligente. Paralelamente às apresentações, estará em exposição, na Galeria dos Leões, a exposição “Almost not: prints and other things”, de Ana Torrie e Alexandra Rafael, sobre os processos e o modo como se constrói uma gravura “à moda antiga”.

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