Miguel Cadilhe é o novo Presidente do Conselho de Curadores da U.Porto

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Miguel Cadilhe, o novo Presidente do Conselho de Curadores da U.Porto.

Miguel Cadilhe, antigo Ministro das Finanças licenciado em Economia pela Faculdade de Economia (FEP), é o novo Presidente do Conselho de Curadores da Universidade do Porto.

Na primeira reunião deste órgão de governo com a sua nova composição, os cinco Curadores da Universidade do Porto elegeram Miguel Cadilhe para a presidência deste órgão instituído com o regime fundacional das universidades portuguesas.

O economista sucede assim a Paulo Azevedo, CEO da Sonae, que completou recentemente o seu mandato de cinco anos como membro do Conselho de Curadores da U.Porto. Simultaneamente com Paulo Azevedo, também Carlos Tavares (Presidente Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e Maria Amélia Cupertino de Miranda (Presidente da Fundação Dr. António Cupertino de Miranda) concluíram os seus mandatos no Conselho de Curadores.

Para substituí-los, para além do próprio Miguel Cadilhe, o Conselho Geral da U.Porto convidou Eugénia Aguiar Branco, licenciada em História pela Faculdade de Letras (FLUP) e Diretora-Geral da Fundação Eng. António de Almeida, e Manuel Ferreira de Oliveira, licenciado em Engenharia Eletrotécnica pela Faculdade de Engenharia (FEUP), antigo professor catedrático da FEUP e antigo CEO da Galp Energia.

Os três juntam-se a José Manuel Fernandes, licenciado em Engenharia Mecânica pela FEUP e Presidente do Conselho de Administração da FREZIGEST, e Odete Patrício, licenciada em Economia pela FEP e Diretora-Geral da Fundação de Serralves, para completar a composição do Conselho de Curadores.

O Conselho de Curadores é um órgão exclusivo às universidades constituídas como fundações públicas com regime de direito privado. A este órgão compete aprovar os Estatutos da Universidade, homologar as deliberações do Conselho Geral relativas à designação e destituição do Reitor, ou nomear e destituir o Conselho de Gestão. Cabe-lhe ainda propor ou autorizar a aquisição ou alienação de património imobiliário da instituição, e, ainda, homologar as deliberações do Conselho Geral sobre questões estratégicas.