Investigador da Faculdade de Engenharia homenageado no Brasil

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Vítor Vilar é investigador do Laboratório de Processos de Separação e Reação (LSRE), Laboratório Associado LSRE-LCM. (Foto: DR)

Vítor Vilar, Investigador da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), foi recentemente homenageado durante o VIII Encontro Sobre Aplicações Ambientais dos Processos Oxidativos Avançados (VIII EPOA) / II Congresso Iberoamericano de Processos Oxidativos Avançados (II CIPOA), que decorreu na cidade de Belo Horizonte, no Brasil. A distinção ficou a dever-se ao papel preponderante que o investigador do Laboratório de Processos de Separação e Reação (LSRE), Laboratório Associado LSRE-LCM, vem desempenhando na consolidação da investigação na área de processos de oxidação avançados junto da comunidade científica brasileira.

A colaboração com o Brasil, ancorada essencialmente com o grupo de investigação liderado por Márcia Dezotti, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), iniciou-se em 2011 com o convénio bilateral FCT/CAPES, que possibilitou a vinda para Portugal de três estudantes de doutoramento. Na sequência dos trabalhos de investigação e dos permanentes contactos com a equipa de Márcia Dezotti surge o convite para participar no VI Encontro sobre Aplicações Ambientais de Processos Oxidativos Avançados (EPOA) que veio a realizar-se no Rio de Janeiro, em 2011. A experiência correu bem e o professor da FEUP decide propor a criação de um congresso ibero-americano de processos oxidativos avançados, que foi aceite pelo comité científico do EPOA. Mais tarde, em novembro de 2015, Vítor Vilar foi o principal responsável pela organização da 8ª edição do congresso, juntamente com Camila Amorim, professora na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Além de ter colaborado na orientação de vários estudantes de doutoramento e pós-doutoramento brasileiros na área de processos de oxidação avançados, Vítor Vilar tem proferido palestras em várias universidades brasileiras. Está neste momento ligado à Universidade Federal de Santa Catarina, ao abrigo do programa “Ciência sem Fronteiras”, na qualidade de pesquisador visitante especial.

Para o investigador da FEUP, o facto de a organização do VIII EPOA ter dado o seu nome a um dos auditórios durante o congresso é o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido e pela ligação que tem mantido com a comunidade científica brasileira.