Estudantes da FMUP marcam novo ciclo com “Cerimónia da Bata Branca”

A transição para o ciclo clínico é marcada com a Cerimónia da Bata Branca.

No próximo dia 9 de setembro, segunda-feira, a Aula Magna da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) acolhe a III Sessão de Transição para o Ciclo Clínico do Curso de Mestrado Integrado em Medicina da FMUP (pelas 14h30), que inclui, pela segunda vez, a Cerimónia da Bata Branca – habitual em países como os Estados Unidos da América e realizada pela primeira vez em Portugal pela FMUP.

Esta sessão de transição para o Ciclo Clínico do Curso de Mestrado Integrado em Medicina é promovida pelo Centro de Educação Médica em colaboração com a Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina do Porto (AEFMUP) e tem como objetivos principais “preparar e integrar os estudantes que acabam de transitar para o ciclo clínico do curso, dando-lhes a conhecer as novas condições físicas, de estudo e aprendizagem, bem como promover uma maior consciencialização do profissionalismo médico”.

Com a Cerimónia da Bata Branca pretende-se assinalar um ponto de viragem importante no percurso académico dos estudantes. Este ritual tem como finalidade “consciencializar os estudantes dos valores e princípios que orientam a relação de um médico com a sociedade e seus pacientes”, relembrando as responsabilidades humanas e a importância da compaixão e da empatia nesta profissão, através da imposição de um símbolo associado à prática clínica em todo o Mundo – a bata.

Como é habitual nas Universidades estrangeiras com tradição neste tipo de cerimónia, os estudantes da FMUP que transitarão para o 4.º ano – dando início ao ciclo clínico e, consequentemente, ao contacto regular com os pacientes – vão receber a sua primeira bata pela mão dos seus professores, num evento a que assistirão colegas, docentes e familiares e no qual será lido um trecho do “Juramento de Hipócrates”.

O programa completo desta sessão pode ser consultado aqui.

  • akapiupiu

    Só em Portugal existe esta cagança da bata branca. Na Noruega os médicos não usam batas brancas, mas em Portugal devido ao sistema absurdo de ingresso no ensino superior que se rege pelas médias, muitas delas obtidas sabe-se lá como, só pode dar em médicos que deixam muito a desejar. Espero é que estes médicos façam aumentar o PIB português para lhes pagarem as mordomias que possuem. Não podem ser as outras profissões “menores” a criar riqueza para pagar a esta gente!