Estudantes da FEUP mostram como se constroem pontes de esparguete

Em 2013, a ponte vencedora atingiu o valor record de 77kg suportados (foto: D.R.)

Faz ideia do quanto é capaz de aguentar uma ponte feita apenas de esparguete? É esse o mote para o desafio que a Associação Internacional de Estudantes de Engenharia Civil (IACES – LC Porto) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) lança aos estudantes de Engenharia Civil, no âmbito da 6.ª Edição do Concurso de Pontes de Esparguete.

Imaginar, pensar e construir uma ponte recorrendo apenas a esparguete e cola é o que é pedido aos estudantes de Engenharia Civil. A montagem tem início esta quarta-feira, dia 19 de março, e termina a dia 27 de março (quinta-feira).

A rotura das pontes realizar-se-á no dia 29 de março (sábado) no Pavilhão Rosa Mota, durante  a 12ª Mostra da U.Porto, ocasião em que serão anunciados os vencedores do concurso. Os  três primeiros classificados na categoria de resistência receberão prémios no valor de 130 euros, 80 euros  e 40 euros (por elemento), respetivamente.

É possível recordar a competição de 2013 aqui, onde se construiu uma ponte que suportava 77 Kg.

Para construir as pontes, os estudantes só poderão recorrer a esparguete e cola.

Os estudantes interessados devem inscrever-se até ao final do dia desta terça-feira, 18 de março,  na Secretaria do Departamento de Engenharia Civil, mediante o pagamento de uma caução de 15 euros por grupo (constituído por 3 elementos e com limite máximo de 15 grupos) – que será restituída no final do concurso.

Para mais informações, consultar o regulamento, disponível aqui ou enviar e-mail para iaces@fe.up.pt.

  • Pedro Machado

    Nos meus tempos de estudante na Rua dos Bragas, ainda antes de nós mudarmos para as novas instalações, o Prof. Poças Martins desafiou-nos, penso que pela primeira vez, a construir uma asna com fósforos. Uma experiência original que foi brindada pela criatividade do docente com alguns “prémios” em várias categorias.
    Fico espantado com o mercantilismo que esta ideia tomou. Serão sinais da mudança no sistema universitário?