Eduardo Souto de Moura vence Prémio Carreira da Bienal Ibero-Americana

Em 2011, Eduardo Souto de Moura foi distinguido com o Prémio Pritzker.

Eduardo Souto de Moura foi distinguido com o Prémio Pritzker em 2011. (Foto: Egídio Santos)

A X Bienal Ibero-americana de Arquitectura e Urbanismo (BIAU), uma iniciativa do Governo da Espanha, em colaboração com outras instituições ibero-americanas, atribuiu o Prémio Carreira ao arquiteto Eduardo Souto de Moura, Professor Catedrático Convidado da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP).

Na base da decisão está o reconhecimento pela obra “plena de emoção” e pelo “importante contributo para o ensino da arquitectura” do arquiteto português, Prémio Pritzker 2011. O Júri refere ainda a capacidade em gerar “relações enriquecedoras entre diferentes escalas, tempos e lugares ” e de experimentar novos materiais e estruturas.

Na última edição, em 2014, o prémio foi atribuído ao arquiteto venezuelano Fruto Vivas, de 86 anos.

O júri da BIAU — que decorrerá entre 4 e 8 de julho em São Paulo, Brasil — premiou ainda quatro projetos de arquitetos portugueses, um dos quais referente ao ‘Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas dos Açores’ da autoria do consórcio Menos é Mais Arquitectos, de Francisco Vieira de Campos, professor da FAUP, Cristina Guedes + João Mendes Ribeiro Arquitecto.

Nas publicações, foram premiados ex-aequo o livro ‘A Idade Maior‘ de Ana Tostões da FAUP publicações e André Tavares, antigo estudante e professor da FAUP, com ‘Uma Anatomia do Livro de Arquitetura’ (ed. Dafne).

Os vencedores foram selecionados ao longo de vários meses de deliberações, entre as 194 obras e 21 candidatos ao Prémio Carreira que previamente tinham sido escolhidos pelos vários países participantes na BIAU.

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